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Os anos 2000 reuniram animes de competição, fantasia, garotas mágicas e ficção sobrenatural. Esta seleção propõe revisitar cinco deles, sem pretender medir popularidade ou atribuir seu reconhecimento a um único motivo de licenciamento.

A revisão mantém as cinco indicações e esclarece os limites de cada série: temporada, continuação e versão ampliada não são sempre a mesma coisa. Para encontrar outras obras, veja a seção de animes do Muramasa.

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Personagens de Hikaru no Go em arte comemorativa de vinte anos
Reprodução/ Crunchyroll

1. Hikaru No Go 

  • Ano: 2001-2003
  • Estúdio: Studio Pierrot
  • Adaptação: Mangá de Yumi Hotta e Takeshi Obata
  • Gênero: Drama, Fantasia
  • Episódios: 75 episódios.

Hikaru encontra um antigo tabuleiro de go e passa a conviver com o espírito de Fujiwara no Sai. A presença desse jogador do passado e a rivalidade com Akira Toya despertam seu interesse pelo jogo. A graça da série está no desenvolvimento de habilidade e nas relações construídas em torno da competição.

Veja mais:

Tsuna, Reborn e os integrantes dos Vongola em ilustração da série
Reprodução/ AnimeNew

2. Katekyo Hitman Reborn! 

  • Ano: 2006 -2010
  • Estúdio: Artland
  • Adaptação: Mangá de Akira Amano
  • Gênero: Ação, Comédia
  • Episódios: 203 episódios.

Tsunayoshi “Tsuna” Sawada não deseja comandar uma família mafiosa, mas recebe um tutor incomum: Reborn, um assassino com aparência de bebê. O treinamento para se tornar o décimo chefe dos Vongola transforma a vida escolar do garoto, misturando comédia, amizades e confrontos.

Capa do primeiro volume do mangá Rave Master, de Hiro Mashima
Capa do mangá que deu origem à adaptação. Reprodução/ Amazon

3. Rave Master 

  • Ano: 2001-2002
  • Estúdio: Studio Deen
  • Adaptação: Mangá de Hiro Mashima
  • Gênero: Ação, Aventura
  • Episódios: 51 episódios.

Haru Glory parte em busca das pedras Rave para enfrentar a ameaça das Dark Bring, acompanhado por Plue e Elie. A aventura adapta o mangá de Hiro Mashima, mas os 51 episódios de televisão terminaram em 2002, antes do encerramento do mangá em 2005; não confunda a duração de uma versão com a da outra.

Nanoha e Fate em ilustração da franquia Magical Girl Lyrical Nanoha
Reprodução/ Garotas que Curtem Animes

4. Magical Girl Lyrical Nanoha 

  • Ano: 2004, na série original.
  • Estúdio: Seven Arcs
  • Autor: Masaki Tsuzuki
  • Gênero: Ação, Aventura
  • Episódios: 13 episódios na série original; A’s tem 13 e StrikerS tem 26. Isso não é o total de toda a franquia.

Nanoha Takamachi conhece Yuuno e se envolve na busca pelas relíquias Jewel Seeds. O encontro com Fate Testarossa transforma a missão em algo mais complicado do que recolher objetos mágicos. A série original é de 2004; A’s, de 2005, e StrikerS, de 2007, são continuações com títulos próprios.

Haruhi Suzumiya em imagem de divulgação da série
Reprodução/ Crunchyroll

5. Suzumiya Haruhi no Yūutsu

  • Ano: 2006; 2009
  • Estúdio: Kyoto Animation
  • Adaptação: Light Novel de Nagaru Tanigawa
  • Gênero: Comédia, Drama
  • Episódios: 14 episódios originais de 2006 e 14 inéditos de 2009, reunidos em uma versão de 28 episódios. Não são 42 episódios diferentes.

O estudante Kyon esperava uma rotina escolar comum, mas acaba envolvido na Brigada SOS de Haruhi Suzumiya. A colega deseja encontrar alienígenas, viajantes do tempo e pessoas com poderes psíquicos. Os acontecimentos ao redor do grupo tornam essa busca muito menos comum do que Kyon imaginava.

Fonte: Screen Rant 

Fontes da revisão: Pierrot, Hikaru no Go; site oficial de Reborn!; TBS, Rave; Studio Deen; Kodansha, volume final de Rave; portal de Nanoha; Seven Arcs e Kadokawa, episódios de Haruhi.


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